Líderes que Aprendem

Nosso objetivo é promover a educação continuada; e oferecer aos lideres oportunidade de capacitação para que sejam agentes de implementação da gestão participativa na sua equipe de trabalho e exerçam uma liderança efetiva e contextualizada.
Escolha um dos nossos cursos no Site: IDG EDUCAÇÃO CURSOS EaD

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

IDENTIFICANDO E VENCENDO OS CONFLITOS NA IGREJA

LIVRO CONFLITOS NA IGREJA

Como sobreviver aos conflitos e desenvolver uma cultura de paz
Editora Esperança
Autor: Ernst Werner Janzen

Anotações das frases em destaques no livro.

Toda igreja tem conflitos.

Uma igreja saudável é aquela que aprendeu a lidar com conflitos.

Entender como as pessoas enxergam conflitos é um caminho.

O problema deve ser visto como sendo da igreja e jamais ser tratado isoladamente.

É preciso criar uma cultura de reconciliação na igreja.

Não é a distância geográfica ou a troca de comunidade que irá curar a dor e feridas causadas por conflitos não resolvidos.

A natureza sempre quer voltar à tona.

Não é por acaso que pessoas levantam uma reunião na igreja.

Cada tipo de conflito tem ações que possibilitam uma resolução pacifica.

O próximo passo foi procurar enxergar os irmãos na igreja com as lentes que Jesus usaria.

Os conflitos começam dentro de cada um de nós, envolvem outras  pessoas, abrangem contextos de grupo e, por fim, se estendem até entre grupos.Esses quatro tipos de conflitos podem ser classificados, intragrupais e intergrupais. Apesar de, em circunstâncias reais de vida, muitas vezes ser difícil fazer essa distinção, é útil focaliza-los separadamente. Isso possibilita explorá-los de forma mais profunda e nos leva a uma compreensão de como estão entrelaçados e como influenciam em nossa forma de lidar com conflitos.

Aprender a lidar com os conflitos pessoais abre o caminho para lidar com todos os outros tipos de conflitos.

A história do ser humano pode ser descrita a partir de conflitos entre pessoas.

Às vezes diferentes grupos de pessoas têm conflitos entre si.

A percepção sobre fatos que ocorrem no dia a dia da igreja são bem distintos.

Pessoas são capazes de discutir horas sobre diferenças de propósitos.

Há necessidade de intervir de forma apropriada para cada situação.

Nível 1 – Problemas a resolver.
Nível 2 – Divergência
Nível 3 – Disputa
Nível 4 – Batalha
Nível 5 – Problema intratável

É preciso que confiança e harmonia existam entre as partes confiantes.

É preciso trabalhar e conflito da forma mais direta possível.

O que não sabe do outro (porque não falam...)

E quando o consenso na acontece?

O primeiro desafio do mediador será restaurar a confiança entre as partes.

O mediador deve estabelecer normas de conduta em conflito.

Se a decisão final contemplar um grupo como vencedor e outro como perdedor; um conflito maior acaba de nascer.

A intenção deve ser ajudar a administrar o estrago causado pela batalha.

O Ser humano almeja ter controle.

Usar o poder é fazer as coisas acontecerem do seu jeito.

Podemos escolher entre duas opções: Usar o poder de forma construtiva ou destrutiva.

Poder, no sentido social, não é poder se não for endossado.

Poder legítimo
Poder coercivo
Poder pela recompensa
Poder pela referência
Poder pelo conhecimento

Jesus tinha poder legítimo

Poder através da violência não é o caminho ensinado por Jesus.

Poder de conhecimento te a ver com informação.

Poder de referência existe quando o relacionamento é atrativo.

Jesus Servia como modelo do que ensinava. Ele atraía as pessoas, tinha poder de referência.

Poder de recompensar é o poder preferido de satanás.

Poder de recompensar está presente na Bíblia, mas não é o poder preferido no Reino de Deus.

A linguagem de igualdade (irmãos) e subordinação (servo) evidencia da forma de liderança de Jesus.

Submissão é uma palavra um tanto desagradável na nossa cultura.

Nível 1 – Mandamento de Cristo
Nível 2 – Práticas apostólicas
Nível 3 – Costumes humanos

Não cabe a nós julgarmos outra igreja, tomando como base os costumes da nossa.

As contendas tendem a diminuir quando uma igreja é contagiada com  o meso propósito, está unida e cheia de amor.

Independentemente da função mais apropriada a assumir em um determinado conflito, o que vai fazer a diferença é a minha atitude.

Um conflito pode aumentar; diminuir ou passar por mudanças.

O encontro face a face é evitado e com isso, as vozes são silenciadas.

Circulo de conversa consiste em convocar pessoas interessadas em determinado assunto para que reúnam e conversem sobre o mesmo.

O papel do facilitador é importantíssimo e decisivo.

Tópicos devem ser criados de tal forma que permitam chegar a ações práticas ao final do encontro.

Um círculo de conversa pode ou não ter o poder (autoridade) delegado para tomar decisões definitivas.

Existe diferença entre mediação de conflitos e aconselhamento pastoral?

Na mediação quem constrói o acordo são as partes envolvidas no conflito, e não o mediador ou pastor.

A Pala de Deus deve ser colocada como autoridade sobre nossas vidas quando diferenças são tratados.

O intuito das regras é estancar a comunicação e atitudes destrutivas.

O desafio é evitar ações que possam fazer o conflito ficar ainda mais difícil de ser solucionado.

O espírito de cooperação deve prevalecer e ser buscado intencionalmente.

Falando a verdade e sendo honestos, serão evitados ataques pessoais a outros irmãos.

Uma crise pode se tornar uma oportunidade para desenvolver uma cultura de paz entre os irmãos.

É muito fácil a mente ser contaminada em tempos de crise.

Os pensamentos precisam ser alimentados com as coisas do Reino de Deus e não dos homens.

Outro desafio é ser lento em julgar.

A votação entre duas opções é a única forma de definir o rumo de uma decisão?

Desenvolver uma cultura de paz  na igreja certamente é um dos grandes desafios da nossa geração.

Você está feliz em me ver, ou eu estou devendo algo?

Recebemos de acordo com a escolha feita.

Para desenvolver uma cultura de paz na igreja precisamos respeitar o nosso próximo e reconhecê-lo como parceiros.

A Igreja precisa entender que está convidada a participar desse projeto de paz de Deus.

Devemos entregar a Deus, como se fosse uma oferta, atividades como participar dos cultos, grupo familiar, ministério, discipulado.

Nada melhor do que começar as crianças.

Um amigo da paz procura ser constritivo em seus relacionamentos busca ter espírito de colaboração e pratica o perdão.

A trilha da paz auxilia as pessoas a conversarem.

ACORDO DE PAZ NO LAR
Faça aos outros, o que você quer que eles façam a você.
Seja um pacificador (amigo da paz).
Perdoe os outros como Jesus perdoou você.
Sirva aos outros com bondade e amor.
Seja agradecido em tudo.

Ouvir ativamente é importantíssimo quando estamos resolvendo um conflito.

Precisamos de coragem para admitir nossa contribuição ao conflito.

A trilha da paz contribui na implantação de uma cultura de paz.


À medida que nos tornamos mais parecidos com Jesus naturalmente seremos reconhecidos como pacificadores.