LIVRO CONFLITOS
NA IGREJA
Como
sobreviver aos conflitos e desenvolver uma cultura de paz
Editora
Esperança
Autor:
Ernst Werner Janzen
Anotações das
frases em destaques no livro.
Toda
igreja tem conflitos.
Uma
igreja saudável é aquela que aprendeu a lidar com conflitos.
Entender
como as pessoas enxergam conflitos é um caminho.
O
problema deve ser visto como sendo da igreja e jamais ser tratado isoladamente.
É
preciso criar uma cultura de reconciliação na igreja.
Não
é a distância geográfica ou a troca de comunidade que irá curar a dor e feridas
causadas por conflitos não resolvidos.
A
natureza sempre quer voltar à tona.
Não
é por acaso que pessoas levantam uma reunião na igreja.
Cada
tipo de conflito tem ações que possibilitam uma resolução pacifica.
O
próximo passo foi procurar enxergar os irmãos na igreja com as lentes que Jesus
usaria.
Os
conflitos começam dentro de cada um de nós, envolvem outras pessoas, abrangem contextos de grupo e, por
fim, se estendem até entre grupos.Esses quatro tipos de conflitos podem ser
classificados, intragrupais e intergrupais. Apesar de, em circunstâncias reais
de vida, muitas vezes ser difícil fazer essa distinção, é útil focaliza-los
separadamente. Isso possibilita explorá-los de forma mais profunda e nos leva a
uma compreensão de como estão entrelaçados e como influenciam em nossa forma de
lidar com conflitos.
Aprender
a lidar com os conflitos pessoais abre o caminho para lidar com todos os outros
tipos de conflitos.
A
história do ser humano pode ser descrita a partir de conflitos entre pessoas.
Às
vezes diferentes grupos de pessoas têm conflitos entre si.
A
percepção sobre fatos que ocorrem no dia a dia da igreja são bem distintos.
Pessoas
são capazes de discutir horas sobre diferenças de propósitos.
Há
necessidade de intervir de forma apropriada para cada situação.
Nível
1 – Problemas a resolver.
Nível
2 – Divergência
Nível
3 – Disputa
Nível
4 – Batalha
Nível
5 – Problema intratável
É
preciso que confiança e harmonia existam entre as partes confiantes.
É
preciso trabalhar e conflito da forma mais direta possível.
O
que não sabe do outro (porque não falam...)
E
quando o consenso na acontece?
O
primeiro desafio do mediador será restaurar a confiança entre as partes.
O
mediador deve estabelecer normas de conduta em conflito.
Se
a decisão final contemplar um grupo como vencedor e outro como perdedor; um
conflito maior acaba de nascer.
A
intenção deve ser ajudar a administrar o estrago causado pela batalha.
O
Ser humano almeja ter controle.
Usar
o poder é fazer as coisas acontecerem do seu jeito.
Podemos
escolher entre duas opções: Usar o poder de forma construtiva ou destrutiva.
Poder,
no sentido social, não é poder se não for endossado.
Poder
legítimo
Poder
coercivo
Poder
pela recompensa
Poder
pela referência
Poder
pelo conhecimento
Jesus
tinha poder legítimo
Poder
através da violência não é o caminho ensinado por Jesus.
Poder
de conhecimento te a ver com informação.
Poder
de referência existe quando o relacionamento é atrativo.
Jesus
Servia como modelo do que ensinava. Ele atraía as pessoas, tinha poder de
referência.
Poder
de recompensar é o poder preferido de satanás.
Poder
de recompensar está presente na Bíblia, mas não é o poder preferido no Reino de
Deus.
A
linguagem de igualdade (irmãos) e subordinação (servo) evidencia da forma de
liderança de Jesus.
Submissão
é uma palavra um tanto desagradável na nossa cultura.
Nível
1 – Mandamento de Cristo
Nível
2 – Práticas apostólicas
Nível
3 – Costumes humanos
Não
cabe a nós julgarmos outra igreja, tomando como base os costumes da nossa.
As
contendas tendem a diminuir quando uma igreja é contagiada com o meso propósito, está unida e cheia de amor.
Independentemente
da função mais apropriada a assumir em um determinado conflito, o que vai fazer
a diferença é a minha atitude.
Um
conflito pode aumentar; diminuir ou passar por mudanças.
O
encontro face a face é evitado e com isso, as vozes são silenciadas.
Circulo
de conversa consiste em convocar pessoas interessadas em determinado assunto
para que reúnam e conversem sobre o mesmo.
O
papel do facilitador é importantíssimo e decisivo.
Tópicos
devem ser criados de tal forma que permitam chegar a ações práticas ao final do
encontro.
Um
círculo de conversa pode ou não ter o poder (autoridade) delegado para tomar
decisões definitivas.
Existe
diferença entre mediação de conflitos e aconselhamento pastoral?
Na
mediação quem constrói o acordo são as partes envolvidas no conflito, e não o
mediador ou pastor.
A
Pala de Deus deve ser colocada como autoridade sobre nossas vidas quando
diferenças são tratados.
O
intuito das regras é estancar a comunicação e atitudes destrutivas.
O
desafio é evitar ações que possam fazer o conflito ficar ainda mais difícil de
ser solucionado.
O
espírito de cooperação deve prevalecer e ser buscado intencionalmente.
Falando
a verdade e sendo honestos, serão evitados ataques pessoais a outros irmãos.
Uma
crise pode se tornar uma oportunidade para desenvolver uma cultura de paz entre
os irmãos.
É
muito fácil a mente ser contaminada em tempos de crise.
Os
pensamentos precisam ser alimentados com as coisas do Reino de Deus e não dos
homens.
Outro
desafio é ser lento em julgar.
A
votação entre duas opções é a única forma de definir o rumo de uma decisão?
Desenvolver
uma cultura de paz na igreja certamente
é um dos grandes desafios da nossa geração.
Você
está feliz em me ver, ou eu estou devendo algo?
Recebemos
de acordo com a escolha feita.
Para
desenvolver uma cultura de paz na igreja precisamos respeitar o nosso próximo e
reconhecê-lo como parceiros.
A
Igreja precisa entender que está convidada a participar desse projeto de paz de
Deus.
Devemos
entregar a Deus, como se fosse uma oferta, atividades como participar dos
cultos, grupo familiar, ministério, discipulado.
Nada
melhor do que começar as crianças.
Um
amigo da paz procura ser constritivo em seus relacionamentos busca ter espírito
de colaboração e pratica o perdão.
A
trilha da paz auxilia as pessoas a conversarem.
ACORDO
DE PAZ NO LAR
Faça
aos outros, o que você quer que eles façam a você.
Seja
um pacificador (amigo da paz).
Perdoe
os outros como Jesus perdoou você.
Sirva
aos outros com bondade e amor.
Seja
agradecido em tudo.
Ouvir
ativamente é importantíssimo quando estamos resolvendo um conflito.
Precisamos
de coragem para admitir nossa contribuição ao conflito.
A
trilha da paz contribui na implantação de uma cultura de paz.
À
medida que nos tornamos mais parecidos com Jesus naturalmente seremos
reconhecidos como pacificadores.