Líderes que Aprendem

Nosso objetivo é promover a educação continuada; e oferecer aos lideres oportunidade de capacitação para que sejam agentes de implementação da gestão participativa na sua equipe de trabalho e exerçam uma liderança efetiva e contextualizada.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Princípios de Liderança de Jack Welch - Frases em Destaques

Do Livro OS PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA DE JACK WELCH. Você s/a de Jefrfrey A. Krames. Ed. Sextante. 2006.

Frases em destaques:

“Nós procuramos líderes capazes de energizar,  motivar e inspirar, em vez de irritar, deprimir e controlar”.

“Você precisa entender como é importante manter o tipo de informalidade que encoraja todo mundo a desafiar as ideias prediletas dos líderes”.

“A melhor maneira de controlar o poder dos colaboradores é deixando que fiquem livres e sem a formalidade dos cargos, os grilhões da burocracia e as barreiras da hierarquia”.

“Como levar as pessoas a embarcar num processo de mudança? Comece mostrando a realidade... Quando todos têm acesso aos mesmos fatos, eles geralmente chegam à mesma conclusão”.

“O jogo vai mudar. E mudar radicalmente”.

“Vocês não imaginam como é difícil para as pessoas ser simples, como elas têm medo de se mostrar despojadas... As pessoas decididas e francas são as mais simples”.

“Nós agora sabemos a origem da produtividade real e ilimitada – ela vem de equipes premiadas, movidas a desafios, estímulos e desenvolvimento de habilidades”.

“Esqueça o passo-a-passo e corra!”.

“O desejo e a habilidade de uma organização em aprender a partir das diversas fontes, e rapidamente passar da teoria para a pratica, são sua maior vantagem competitiva”.

Mexa-se. Qualquer um que fique parado certamente perderá contato com a realidade”.

“No inicio da minha carreira, todo mundo se preocupava com os números... poucos pensavam em valores humanos, como montar uma equipe, compartilhar ideias e motivar outros”.

“Você não pode gerenciar a autoconfiança das pessoas”.

“O mundo dos negócios tem a ver com a conquista a inteligência de cada pessoa. Quanto mais pessoas você cativar, maior será a inteligência”.

“Queremos ser uma organização que está sempre se renovando, se libertando “das amarras” do passado e se adaptando aos novos tempos”.

“A sabedoria está em começar a mudar quando a organização está liderando – reenergizando  o  negócio no momento em que está lucrativo”.

Velocidade é um fator indispensável para a competitividade”.

“Da mesma forma que a velocidade flui da simplicidade, a simplicidade se baseia na autoconfiança”.

Pessoas autoconfiantes sabem que o que realmente importa é a qualidade do seu esforço para atingir o impossível”.

“O comportamento “sem limites” avalia as ideias segundo o mérito, não pelo cargo de quem as apresentou”.

“É uma questão de honra aprender alguma coisa, não importa de onde venha”.

“Aumentar a autoconfiança das pessoas é, de longe, a coisa mais importante que você deve fazer”.

 “Liderar uma organização significa nunca deixar que ela se leve muito a sério e lembra-la constantemente de que o jornal de ontem embala o peixe de hoje”.

“A melhor ideia é que triunfa”.

“Números não representam uma visão”.

domingo, 5 de outubro de 2014

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

CONSULTA TOPIC BRASIL 2014

Dias 4 a 6 de Setembro de 2014
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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Nossas Plavras No Alvo Certo

Ola Amigos e Amigas!!

Um dos principais problemas no relacionamento entre as pessoas é a falta de jeito para falar.

Reflitam...

Nem todos conseguimos escolher a melhor forma de dizer algo que gostaríamos de dizer. E, por isso, surgem os desentendimentos.

Façamos uma comparação bem simples, que poderá nos ajudar a resolver esse problema.

Imaginemos que uma pessoa que esteja com um sério problema de saúde vá consultar um médico. O que ela espera? Certamente, que ele combata sua enfermidade e lhe restitua a saúde, não é mesmo?

Mas, se ao contrário, o médico começasse a atacar o paciente, o doente, o que aconteceria? No mínimo diríamos que esse médico é louco.

Pois bem, na relação entre as pessoas acontece algo semelhante.

Quando percebemos algum problema no comportamento de alguém partimos para a agressão ao problemático e não ao problema.

Se nosso filho, por exemplo, age de forma incorreta, o que fazemos? Chamamos o garoto e o atacamos com agressões verbais, diretamente à sua pessoa.

Ao invés de combater o problema em si agredimos seus sentimentos, suas emoções, sua personalidade.

Quando a criança deixa suas roupas sujas jogadas no banheiro, qual é o problema? A roupa jogada. Então, numa conversa, devemos tentar evitar que isso ocorra novamente, e para tanto não resolverá chamar a criança de relaxada, de descuidada, de irresponsável.

Se nosso filho está usando drogas devemos envidar todos os esforços para que ele deixe disso. De nada vale chamá-lo de fraco, de doente, de mau caráter. Ao contrário, essa atitude o fará se sentir ainda mais dependente.

Se alguém sente ciúme, inveja, ódio e queremos ajudar esse alguém, devemos atacar os maus sentimentos, e não o indivíduo.

Em qualquer situação, quando atacamos o enfermo em vez da enfermidade, estamos incentivando a baixa autoestima da pessoa, estamos dizendo que ela é o problema, que ela é incapaz, que é um zero à esquerda.

Mas quando a fazemos refletir sobre o problema, sobre o vício, sobre os desregramentos, as chances de resolver a questão são bem maiores.

Dizendo à criatura que ela tem problemas é diferente de dizer que ela é o problema.

Demonstrando que queremos ajudá-la a superar as dificuldades, ela sentirá em nós um aliado, e não um inquisidor.

Quando nossa filha tem uma crise de ira e depois nos sentamos ao seu lado e buscamos um diálogo sincero e afetuoso sobre o assunto, fazendo-a refletir sobre os inconvenientes da liberação desse sentimento, dos efeitos físicos maléficos que acarretam, temos grande chance de lograr êxito.

Quando oferecemos o antídoto, o remédio contra a ira, que é a calma, a tranquilidade, a benevolência, estamos no caminho certo.

Mas se, ao contrário, nos iramos também e a agredimos com palavras amargas, só reforçaremos a sua atitude.

Por todas essas razões, vale a pena direcionar nossa mira para o alvo certo, atacando a enfermidade em vez do enfermo.

Estamos na era da razão e não podemos continuar errando o alvo. Já não há mais espaço para a negligência quanto à autoeducação e a educação dos seres que estão sob nossa responsabilidade.

É preciso dedicar esforços e buscar esclarecimentos para que a nossa ação seja efetiva e traga bons resultados.

A Terra é uma escola. Todos os que aqui estamos precisamos ajudar-nos mutuamente para o progresso geral.

É preciso que voltemos nossos olhares para os verdadeiros males sociais, que são o orgulho e o egoísmo, combatendo-os sem trégua.

Uma vez abatidos esses males, a Humanidade estará apta a receber o troféu mais valioso de todos os tempos: a felicidade suprema.


Do Site: Velho Sábio

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

ALGUMAS COISAS QUE PRECISAMOS VIGIAR:

Os nossos pensamentosColossenses 3.2   Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra. Pensamos muitas coisas, mas precisamos ter domínio, para que os maus pensamentos não ocupem lugar em nossas mentes.

Os nossos olhos Lucas 11.34  “São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas, se forem maus, o teu corpo ficará em trevas”.  Quantas coisas ao alcance dos nossos olhos, mas não podemos nos esquecer de que nossos olhos são para contemplar a glória de Deus.

Os nossos lábios – Tiago 3.8   “a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. 3.9   Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. 3.10   De uma só boca procede à bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim”.  Como temos usado a nossa língua? Nossa língua e nossos lábios devem ser instrumento de bênção. Vez por outra ouvimos alguns proferirem palavras que não convêm (Palavrão) ao crente; dá perceber que em muitos casos as palavras torpes são ditas quase que naturalmente, como se fossem “gírias”; isto se deve ao fato da nossa convivência no trabalho e na escola onde pessoas que não são crentes, em suas conversas citam palavras torpes constantemente. “Não é conveniente que estas coisas sejam assim”. De outra forma nossas palavras precisam ser para abençoar; precisa o crente ao corrigir o outro irmão, ou um ente querido; deve fazê-lo com brandura. Provérbios 15.1  “ A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”.

O nosso tempo Eclesiastes 3.1   “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu”. Você já observou o quanto arrumamos tempo para muitas coisas; e vivemos adiando coisas importantes, como: iniciar um projeto, destinar tempo para a nossa devocional, ir aos cultos de oração, ir à Escola Bíblica Dominical, passam os dias, meses e alguns até ano inteiro sem participar dos cultos semanais da igreja; antigamente os quartetos cantavam uma música que tinha como titulo “Crente Domingueiro: Na segunda, terça, quarta... não é crente não”. E ainda há aqueles que vão à igreja no domingo no segundo culto (noite). Precisamos aprender sobre a mordomia do tempo, e destinar tempo de qualidade para servir ao Senhor e a vida devocional no lar, principalmente com os filhos. Mateus 6.33 - “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentada”.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

IDENTIFICANDO E VENCENDO OS CONFLITOS NA IGREJA

LIVRO CONFLITOS NA IGREJA

Como sobreviver aos conflitos e desenvolver uma cultura de paz
Editora Esperança
Autor: Ernst Werner Janzen

Anotações das frases em destaques no livro.

Toda igreja tem conflitos.

Uma igreja saudável é aquela que aprendeu a lidar com conflitos.

Entender como as pessoas enxergam conflitos é um caminho.

O problema deve ser visto como sendo da igreja e jamais ser tratado isoladamente.

É preciso criar uma cultura de reconciliação na igreja.

Não é a distância geográfica ou a troca de comunidade que irá curar a dor e feridas causadas por conflitos não resolvidos.

A natureza sempre quer voltar à tona.

Não é por acaso que pessoas levantam uma reunião na igreja.

Cada tipo de conflito tem ações que possibilitam uma resolução pacifica.

O próximo passo foi procurar enxergar os irmãos na igreja com as lentes que Jesus usaria.

Os conflitos começam dentro de cada um de nós, envolvem outras  pessoas, abrangem contextos de grupo e, por fim, se estendem até entre grupos.Esses quatro tipos de conflitos podem ser classificados, intragrupais e intergrupais. Apesar de, em circunstâncias reais de vida, muitas vezes ser difícil fazer essa distinção, é útil focaliza-los separadamente. Isso possibilita explorá-los de forma mais profunda e nos leva a uma compreensão de como estão entrelaçados e como influenciam em nossa forma de lidar com conflitos.

Aprender a lidar com os conflitos pessoais abre o caminho para lidar com todos os outros tipos de conflitos.

A história do ser humano pode ser descrita a partir de conflitos entre pessoas.

Às vezes diferentes grupos de pessoas têm conflitos entre si.

A percepção sobre fatos que ocorrem no dia a dia da igreja são bem distintos.

Pessoas são capazes de discutir horas sobre diferenças de propósitos.

Há necessidade de intervir de forma apropriada para cada situação.

Nível 1 – Problemas a resolver.
Nível 2 – Divergência
Nível 3 – Disputa
Nível 4 – Batalha
Nível 5 – Problema intratável

É preciso que confiança e harmonia existam entre as partes confiantes.

É preciso trabalhar e conflito da forma mais direta possível.

O que não sabe do outro (porque não falam...)

E quando o consenso na acontece?

O primeiro desafio do mediador será restaurar a confiança entre as partes.

O mediador deve estabelecer normas de conduta em conflito.

Se a decisão final contemplar um grupo como vencedor e outro como perdedor; um conflito maior acaba de nascer.

A intenção deve ser ajudar a administrar o estrago causado pela batalha.

O Ser humano almeja ter controle.

Usar o poder é fazer as coisas acontecerem do seu jeito.

Podemos escolher entre duas opções: Usar o poder de forma construtiva ou destrutiva.

Poder, no sentido social, não é poder se não for endossado.

Poder legítimo
Poder coercivo
Poder pela recompensa
Poder pela referência
Poder pelo conhecimento

Jesus tinha poder legítimo

Poder através da violência não é o caminho ensinado por Jesus.

Poder de conhecimento te a ver com informação.

Poder de referência existe quando o relacionamento é atrativo.

Jesus Servia como modelo do que ensinava. Ele atraía as pessoas, tinha poder de referência.

Poder de recompensar é o poder preferido de satanás.

Poder de recompensar está presente na Bíblia, mas não é o poder preferido no Reino de Deus.

A linguagem de igualdade (irmãos) e subordinação (servo) evidencia da forma de liderança de Jesus.

Submissão é uma palavra um tanto desagradável na nossa cultura.

Nível 1 – Mandamento de Cristo
Nível 2 – Práticas apostólicas
Nível 3 – Costumes humanos

Não cabe a nós julgarmos outra igreja, tomando como base os costumes da nossa.

As contendas tendem a diminuir quando uma igreja é contagiada com  o meso propósito, está unida e cheia de amor.

Independentemente da função mais apropriada a assumir em um determinado conflito, o que vai fazer a diferença é a minha atitude.

Um conflito pode aumentar; diminuir ou passar por mudanças.

O encontro face a face é evitado e com isso, as vozes são silenciadas.

Circulo de conversa consiste em convocar pessoas interessadas em determinado assunto para que reúnam e conversem sobre o mesmo.

O papel do facilitador é importantíssimo e decisivo.

Tópicos devem ser criados de tal forma que permitam chegar a ações práticas ao final do encontro.

Um círculo de conversa pode ou não ter o poder (autoridade) delegado para tomar decisões definitivas.

Existe diferença entre mediação de conflitos e aconselhamento pastoral?

Na mediação quem constrói o acordo são as partes envolvidas no conflito, e não o mediador ou pastor.

A Pala de Deus deve ser colocada como autoridade sobre nossas vidas quando diferenças são tratados.

O intuito das regras é estancar a comunicação e atitudes destrutivas.

O desafio é evitar ações que possam fazer o conflito ficar ainda mais difícil de ser solucionado.

O espírito de cooperação deve prevalecer e ser buscado intencionalmente.

Falando a verdade e sendo honestos, serão evitados ataques pessoais a outros irmãos.

Uma crise pode se tornar uma oportunidade para desenvolver uma cultura de paz entre os irmãos.

É muito fácil a mente ser contaminada em tempos de crise.

Os pensamentos precisam ser alimentados com as coisas do Reino de Deus e não dos homens.

Outro desafio é ser lento em julgar.

A votação entre duas opções é a única forma de definir o rumo de uma decisão?

Desenvolver uma cultura de paz  na igreja certamente é um dos grandes desafios da nossa geração.

Você está feliz em me ver, ou eu estou devendo algo?

Recebemos de acordo com a escolha feita.

Para desenvolver uma cultura de paz na igreja precisamos respeitar o nosso próximo e reconhecê-lo como parceiros.

A Igreja precisa entender que está convidada a participar desse projeto de paz de Deus.

Devemos entregar a Deus, como se fosse uma oferta, atividades como participar dos cultos, grupo familiar, ministério, discipulado.

Nada melhor do que começar as crianças.

Um amigo da paz procura ser constritivo em seus relacionamentos busca ter espírito de colaboração e pratica o perdão.

A trilha da paz auxilia as pessoas a conversarem.

ACORDO DE PAZ NO LAR
Faça aos outros, o que você quer que eles façam a você.
Seja um pacificador (amigo da paz).
Perdoe os outros como Jesus perdoou você.
Sirva aos outros com bondade e amor.
Seja agradecido em tudo.

Ouvir ativamente é importantíssimo quando estamos resolvendo um conflito.

Precisamos de coragem para admitir nossa contribuição ao conflito.

A trilha da paz contribui na implantação de uma cultura de paz.


À medida que nos tornamos mais parecidos com Jesus naturalmente seremos reconhecidos como pacificadores.